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sexta-feira, 11 de março de 2011

Importância

Surge neste momento o debate em torno do salário dos três poderes aqui no estado. O governador Tarso Genro enviará um projeto de lei para a assembléia propondo que o teto salarial dos servidores do executivo não seja maior que o do governador do Estado. O governador fez questão de deixar claro que o teto proposto por ele é somente para o Executivo, com o claro objetivo de não polemizar, mas isso é impossível.
Não como deixar de debater sobre esse assunto tendo em vista os altíssimos salários que alguns servidores ganham, o último que se soube é de R$ 52.000,00, um absurdo.
Um dos argumentos para defender tais absurdos é a importância do cargo que o servidor está investido. Questionável.
Quanto mais importante é o cargo de um desembargador, juiz que um pedreiro, lixeiro, engenheiro, médico, professor?
Quem mede essa importância?
Estranho que os mesmo juízes que rechaçam a idéia de diminuir seus vencimentos, tendo em vista que é previsto em lei, e argumentam que salários do magistérios não possam ser aumentados por que quebraria o estado.
Sei que o corte salarial de alguns servidores não pagarão os vencimentos dos outros, mas, ao longo dos tempos isso daria uma paridade mínima para os cofres do Estado.
Temos que pensar ao longo prazo e não com imediatismo, por essa razão é que se faz necessário sim colocar um teto para os vencimentos, e um piso para os servidores de todos os poderes.
Entendo que, talvez, um engenheiro ganhe mais do que o pedreiro, mas não pode ganhar muito mais.
É inadmissível que um servidor ganhe x reais e outro ganhe mil vezes x reais a mais. Essa discrepância é que não pode mais.


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Junto com essa polêmica acontecem duas tragédias, com proporções geográficas diferentes mas com os mesmo nível sentimental: Na região sul do estado, principalmente São Lourenço do Sul e Rio Grande, enchentes ocasionadas por chuvas fortíssimas assolam essas duas cidades.
A outra, acontece do outro lado do mundo, no Japão. Um terremoto de 8.9 na escala Richter parou o país e ocasionou Tsunamis ainda não dimensionados mas que deixam em alerta todos os países da costa do pacífico.
Lástimável.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Ele voltou...

Olá amigos, estou de volta. Depois de um longo jejum, consegui gozar um pequeno recesso, uma semana não da para chamar de férias, e estou de volta. Começaram os BBBs, campeonatos estaduais, Libertadores desconfiado, novo governo(?) que assume e por aí vai.
Neste ano quero colocar em prática projetos profissionais que tempo estão engavetados e/ou surgiram na cabeça. Equipe de corridas, projetos pedagógicos na escola, novas investidas profissionais.
Estou muito voltado para o avanço profissional e financeiro, que ninguém é de ferro.
Começo o ano com alguma esperança, ainda que com muita reserva, no Secretário de Educação. Inicialmente pareceu ser coerente, espero que mantenha essa postura, e que tenha longevidade no cargo. A questão financeira já nem digo nada pois sei que máquina pública as coisas não funcionam bem assim.
Mas espero que tenhamos o resgate da nossa profissão. Os questionamentos já começaram a pipocar. Durante a semana que passou li alguma coisa na coluna da Rosane de Oliveira sobre um debate sobre o fraco desempenho nas notas de avaliação da ensino municipal. Nunca fui muito chegado nessa conversa de ciclos, acho que a idéia é muito bonita mas não tem conexão com a realidade brasileira. Não concordo com o sistema de ensino da Doutora Esther Grossi.
Como sempre acredito que falta avaliação crítica e separação entre joio e trigo. Perdemos muitos critérios simplesmente porque discutimos tudo, não acatamos algumas regras simples.
Bom não me estenderei mais pois recém cheguei da praia e sei que muitos ainda estão por lá, aguardando o momento de voltar para Forno Alegre que, apesar do calor, é uma cidade sensacional e insubstituível. Continuando o título... o boêmio voltou novamente...