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sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

     Desnecessário falar sobre as vantagens de uma boa alimentação e exercitar-se adequadamente. Mas é importante lembrar que, como tudo na vida, temos que ter uma rotina. Hábitos fazem parte da nossa vida em tudo. Fazemos os mesmos movimentos quando nos levantamos, tomamos banho sempre da mesma forma, secamos nosso corpo sempre do mesmo jeito.
     Algumas pessoas argumentam que alimentação saudável é ruim ou sem gosto. Exercícios são chatos e etc. Muitas pessoas que resolveram fumar iniciaram com a primeira tragada que, tenho certeza, não foi boa ou gostosa, mas insistiram. Quando tomaram o primeiro gole de cerveja ou outra bebida alcoólica resolveram continuar. Por quê? Por que não fazer o mesmo com alimentação e exercícios?
     Tudo é uma questão de hábitos, então que estes hábitos sejam bons para nossa saúde.
     Descanse, alimente-se e exercite-se, nesta ordem e, tenho certeza, você promoverá grandes e benéficas mudanças na sua vida pessoal e profissional. Terá mais clareza de pensamentos e tranquilidade nas decisões.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Estava na Hora!!

Escrevi este texto em março de 2010... começo a ouvir ruídos agora de que temos que melhorar a educação na sua base e não na universidade. Espero que que a casa comece a ser construída pelos alicerces.

A Casa pelo telhado

Algum tempo atrás, assisti um documentário sobre a engenharia japonesa e sua evolução. Os japoneses tiveram que aprender na marra a se adaptar ao seu terreno. O solo japonês é pouco produtivo em termos agrícolas,, muito montanhoso, vulcânico e, como se não bastasse, frequentemente treme a terra por lá.
Por causa destes fatores a engenharia japonesa evoluiu muito, a tal ponto que eles criaram umas espécies de amortecedores para os prédios poderem ter mais oscilação que o normal para evitar que ao máximo a queda. Outra máxima dos engenheiros da terra do sol nascente é iniciar a construção dos prédios pelo telhado e depois, literalmente subir o telhado com macacos hidráulicos, construir o último andar e assim por diante. fiquei estupefato com o maquinario envolvido e com os detalhadosprojetos para se concluir toda a função. E, obviamente, que funciona perfeitamente.
Nossa engenharia, ao que sei, não tem toda essa evolução, ainda bem, pois seria um sinal de que aqui os terremotos já teriam chegado.
Mas nossos políticos, leia-se governo brasileiro, parece que quer implantar o trabalho oriental... na educação. O governo investe muito para que os estudantes tenham acesso às universidades brasileiras. Oferece o ENEMprouni, entre outros projetos para garantir que milhares de brasileiros tenham uma graduação.
Ao mesmo tempo tem pouco foco na educação de base, com isso falo da base mesmo: educação infantil e de 1ª à 4ª série. Este pedaço da vida estudantil do Brasil é que dará garantias reais de que a maioria da população ingressará nas universidades brasileiras, e sem qualquer paternalismo por parte do governo. Não adiantareforçarmos o fim da vida estudantil. Estamos formando, cada vez mais, péssimosprofissionais em todas as áreas de . Pessoas com dificuldades de raciocínio, compreensão, praticamente analfabetos funcionais. As provas da OAB que o digam. Pouco mais de 30% passam nas nas provas da ordem. Médicos despreparados para atuarem, engenheiros sem nenhuma noção do estão fazendo e professores completamente ineficientes.
Assim como os japoneses, começamos a construir nossa casa pelo telhado, mas, ao contrário deles, nossa base não suportará a menor trepidação... já não está suportando.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Re-re-retorno

Um ano sem escrever nada neste espaço. Obviamente que por pura displicência minha. Assuntos apareceram aos borbotões mas...
Agora recomeçou o ano letivo e as coisas não mudaram muito, problemas com salários dos professores, propostas baixas do governo, altas(?) por parte do Cpers e assim a vida segue. No campo particular meu filho mais velho, por velho leia-se 6 anos incompletos, já está no primeiro ano, lendo e escrevendo... na escola pública, infelizmente muitos alunos com 10, 12, 15(vou parar por aqui para não acharem que estou mentindo) anos são semianalfabetos(junto ou separado?). Como eles poderão competir com o meu filho no mercado de trabalho, no futuro? Onde está o problema? Eu acredito sempre que, excetuando-se as questões físicas( moradia, condições de higiene, nutrição) que já são muito fortes, o problema está na estrutura familiar.
Como uma criança pode crescer com tranquilidade se ela tem que se preocupar com coisas que não lhe competem?
Ela tem que pensar em sobreviver ao invés de só viver. Pais que apenas colocam crianças no mundo. Triste...
Ontem assisti ao capítulo da nova novela das 9 horas da noite "Avenida Brasil". Nem cheguei ao final do capítulo. Na cena em que o personagem de Marcelo Novaes abandona a menina em um lixão foi o suficiente para eu trocar de canal. Infelizmente isso acontece na vida real. Quase chorei.
Se eu conseguir frequentar mais assiduamente este espaço, esse será meu assunto para o ano: família! Sem ela ninguém começa a sua vida. Para os meus poucos mas qualitativos leitores, deixo este pedido: espalhem essa mensagem. Revigore, fortaleça e solidifique sua família. Nela está a raiz forte para uma pessoa honrada, respeitadora e crítica, além de muitas outras virtudes não citadas.
Família... o início de tudo...até mesmo do fim.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Importância

Surge neste momento o debate em torno do salário dos três poderes aqui no estado. O governador Tarso Genro enviará um projeto de lei para a assembléia propondo que o teto salarial dos servidores do executivo não seja maior que o do governador do Estado. O governador fez questão de deixar claro que o teto proposto por ele é somente para o Executivo, com o claro objetivo de não polemizar, mas isso é impossível.
Não como deixar de debater sobre esse assunto tendo em vista os altíssimos salários que alguns servidores ganham, o último que se soube é de R$ 52.000,00, um absurdo.
Um dos argumentos para defender tais absurdos é a importância do cargo que o servidor está investido. Questionável.
Quanto mais importante é o cargo de um desembargador, juiz que um pedreiro, lixeiro, engenheiro, médico, professor?
Quem mede essa importância?
Estranho que os mesmo juízes que rechaçam a idéia de diminuir seus vencimentos, tendo em vista que é previsto em lei, e argumentam que salários do magistérios não possam ser aumentados por que quebraria o estado.
Sei que o corte salarial de alguns servidores não pagarão os vencimentos dos outros, mas, ao longo dos tempos isso daria uma paridade mínima para os cofres do Estado.
Temos que pensar ao longo prazo e não com imediatismo, por essa razão é que se faz necessário sim colocar um teto para os vencimentos, e um piso para os servidores de todos os poderes.
Entendo que, talvez, um engenheiro ganhe mais do que o pedreiro, mas não pode ganhar muito mais.
É inadmissível que um servidor ganhe x reais e outro ganhe mil vezes x reais a mais. Essa discrepância é que não pode mais.


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Junto com essa polêmica acontecem duas tragédias, com proporções geográficas diferentes mas com os mesmo nível sentimental: Na região sul do estado, principalmente São Lourenço do Sul e Rio Grande, enchentes ocasionadas por chuvas fortíssimas assolam essas duas cidades.
A outra, acontece do outro lado do mundo, no Japão. Um terremoto de 8.9 na escala Richter parou o país e ocasionou Tsunamis ainda não dimensionados mas que deixam em alerta todos os países da costa do pacífico.
Lástimável.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Ele voltou...

Olá amigos, estou de volta. Depois de um longo jejum, consegui gozar um pequeno recesso, uma semana não da para chamar de férias, e estou de volta. Começaram os BBBs, campeonatos estaduais, Libertadores desconfiado, novo governo(?) que assume e por aí vai.
Neste ano quero colocar em prática projetos profissionais que tempo estão engavetados e/ou surgiram na cabeça. Equipe de corridas, projetos pedagógicos na escola, novas investidas profissionais.
Estou muito voltado para o avanço profissional e financeiro, que ninguém é de ferro.
Começo o ano com alguma esperança, ainda que com muita reserva, no Secretário de Educação. Inicialmente pareceu ser coerente, espero que mantenha essa postura, e que tenha longevidade no cargo. A questão financeira já nem digo nada pois sei que máquina pública as coisas não funcionam bem assim.
Mas espero que tenhamos o resgate da nossa profissão. Os questionamentos já começaram a pipocar. Durante a semana que passou li alguma coisa na coluna da Rosane de Oliveira sobre um debate sobre o fraco desempenho nas notas de avaliação da ensino municipal. Nunca fui muito chegado nessa conversa de ciclos, acho que a idéia é muito bonita mas não tem conexão com a realidade brasileira. Não concordo com o sistema de ensino da Doutora Esther Grossi.
Como sempre acredito que falta avaliação crítica e separação entre joio e trigo. Perdemos muitos critérios simplesmente porque discutimos tudo, não acatamos algumas regras simples.
Bom não me estenderei mais pois recém cheguei da praia e sei que muitos ainda estão por lá, aguardando o momento de voltar para Forno Alegre que, apesar do calor, é uma cidade sensacional e insubstituível. Continuando o título... o boêmio voltou novamente...

sábado, 13 de novembro de 2010

E Segue a Sina!!

Aconteceu no curso técnico de enfermagem Factum: um aluno insatisfeito com sua nota numa das provas realizadas, resolveu bater na orientadora educacional do curso.
Este tipo de situação já acontece há muito tempo nas escolas públicas deste país e não necessariamente por questões de avaliação. Basta um desentendimento entre as partes para explodir a violência desmedida.
No Rio de Janeiro também houve casos deste tipo em que a professora foi agredida a cadeiradas.
Um professor, se não me engano, da região central do país, explodiu em gritos por não aguentar a situação caótica da educação e de sua vida profissional. Outro professor jogou longe o notebook em uma palestra com alunos da faculdade.
Acumulam-se os casos de professores agredidos, enlouquecidos e afastados por problemas psicológicos do trabalho.
Sempre temos cursos de reciclagem, um atrás do outro,para melhora nosso nível profissional. Os discursos são inúmeros sobre a baixa qualidade da educação. Temos que qualificar os professores. Mas quando iremos qualificar nossos alunos? Temos que avaliá-los mas não podemos dizer qual sua real condição de aprendizagem pois sofremos ameaças de todos os lados, pais, aluno e Secretaria de Educação. Sim Secretaria de Educação também, pois se o percentual de reprovação é alto não é aceito, "não é possível" dizem os coordenadores.
Sei que chateio com seguidas escritos sobre o mesmo assunto mas fica difícil não falar sobre isso pois a educação se reflete na sociedade, ela é a base de tudo, significa o nível de desenvolvimento
do país. Economicamente nosso país deu um salto mas pela falta de educação técnica e moral, temos que importar mão de obra, somos mal vistos fora de nossas fronteiras, ao contrário do que pensamos, não sabemos votar, não pela escolha em si dos candidatos, mas como escolhemos os candidatos, enfim... sem a educação não somos nada!!
E segue a sina...
Enquanto as pessoas acharem que a escola está aí para acomodar seus problemas pessoais e não ensiná-los a resolver não chegaremos a lugar nenhum.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Vem aí novo curso de reciclagem!

Depois de algum tempo fora do ar por questões profissionais, além da minha própria preguiça, voltei a este humilde espaço.
Saiu o resultado do exame que a Secretaria de Educação aplica anualmente para os alunos de ensino médio. 85% dos alunos não atingiram a média e ainda assim ficou acima da média nacional.
Professores preparem-se: vem aí um novo curso de reciclagem! A culpa é nossa!!!
Dentro do mesmo assunto porém com outro enfoque, leio que falta mão de obra qualificada no mercado de trabalho. Nada mais natural, onde cai o nível de exigência educacional, cai o resto todo.
Alunos tem um processo de avaliação sofrível, não pode haver repetência, números mascarados para esconder o descaso com a educação só poderiam resultar nisso. Não existe pedreiro qualificado e nem engenheiros que preste pois todos estão muito mal preparados desde a base. E não adianta querer culpar o professor por tudo. temos uma parcela de culpa nisso é bem verdade. Mas é uma parcela o que querem é que nós levemos a culpa de tudo. Como já havia escrito antes, não temos mais que qualificar o professor e sim o aluno com um nível de exigência maior e com uma cobrança maior da participação da família e do estado nesse processo todo.
Enquanto isso tome reciclagem para dar alguma desculpa para a população.

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Paul Mcartney em Porto alegre foi um show desse memoráveis.
Foi o que todos que conheço que foram ao show disseram. Não sou um fã ardoroso, ele nem faz parte do meu rol de cantores preferidos, mas uma explicação bem simples para esse sucesso todo surge muito facilmente: competência.
Ninguém fica durante meio século fazendo sucesso e arrastando multidões se não tiver competência.
É o que acontece com alguns poucos artistas que atravessam o tempo sempre vivos através dos seus fãs que passam para os seus filhos e netos. Com competência carisma e humildade. Sir Paul Mcartney deu um show de exemplo e competência. Será sempre lembrado. Lotará sempre os locais por onde passar.
Ou alguém acha que a "eguinha pocotó" lotará um estádio dentro de alguns anos? Aliás, graças a Deus, já foi esquecida.