Seguidores

sábado, 24 de abril de 2010

A.R e outras

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) faz propaganda convocando a sociedade para uma discussão muito séria sobre as punições, principalmente para primários jovens ou somente primários, não sei ao certo.
A propaganda mostra um bebê com no máximo 1 ano de idade no berço, chamado A.R. e conta que, na adolescência, ele terá más companhias e será pego furtando uma bolsa e pergunta se a prisão seria a melhor solução. A melhor solução sempre será a prevenção, mas isso não exclui que devemos ter poder coercitivo (escrevi certo?) para punir a transgressão e o crime. Não ajuda querer educar depois do crime ou delito cometido. Educação deve ser sempre na base. Se isto não foi feito resta pouco a não ser a punição, e esta não deve ser questionada e sim acatada e cumprida.

-------------------------------------------------------------------------------------------------

Tumulto na Lima e Silva, cine Guion sem a última sessão aos domingos, moradores reclamando, comerciantes reclamando... a educação não funcionou, venha a punição. E sem essa conversa de preconceito, homofobia, adolescenciofobia, emofobia, e outras fobias afora. A defesa agora é desvirtuar o problema levando para o lado do preconceito. Do jeito que vai vou cometer meus delitos e se vierem me punir direi que é preconceito contra os carecas, carecafobia da sociedade.

-----------------------------------------------------------------------------------------------

E amanhã, Domingo, tem Grenal!!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Crack!!!

Já tem muitos anos que as drogas causam danos irreversíveis para a sociedade e para o indivíduo. Mas até a aparição do crack as drogas ficavam restritas às camadas mais altas da sociedade. Não é muito barato comprar cocaína e a própria maconha. A economia mundial mudou, os produtos tiveram que se adaptar ao mercado consumista mas sem dinheiro para comprar. Sim, isso mesmo, as coisas ficaram mais baratas, ou por outra, as condições para pagar os produtos ficaram melhores, do ponto de vista dos prazos. Não foi diferente com as drogas. E o crack esta aí para provar isso. Droga barata, comprada por qualquer um, por isso estamos diante de uma verdadeira epidemia do crack. Atingiu todas as camadas sociais, por isso este medo cada vez maior, pois com a cocaína e maconha, ou mesmo outras drogas não havia essa abrangência de usuários.
Mas mesmo com tudo isso, foi necessário que um órgão de expressão social (me refiro à RBS) tomasse a iniciativa de ampliar uma campanha contra essa droga para que as autoridades tomassem algumas providências e passassem a discutir o assunto com a profundidade que ele merece. Tenho minhas restrições com a empresa de comunicações mas é inegável o serviço prestado por ela à sociedade.
Disse que a RBS ampliou a campanha pois há muito tempo sei de pessoas e ONGs que atuam na luta contra as drogas. Muitas fazendas por esse nosso Rio Grande tem o firme propósito de tentar ajudar no tratamento de usuários. Muitos deles sem apoio nenhum, zero incentivo por parte do governo ou qualquer órgão oficial.
Até quando os governos passarão e fecharão os olhos para as mazelas da sociedade. Não adianta dizer que a sociedade tem que cumprir o seu papel e participar também da luta. A sociedade SEMPRE fez o seu papel, inclusive o de escolher os seus representantes para que fizessem valer o trabalho por ela feito.
Governantes, respeitem, ao menos uma vez, a sociedade e não se excluam das responsabilidades às quais vocês mesmos, por livre e espontânea vontade, juraram assumir.
Até quando dependeremos somente da força das pessoas, que no fim, acabam por exaurir suas forças diante da omissão do poder público?
Até quando?

sábado, 10 de abril de 2010

Rápidas

Não acho que esteja tudo errado no time do Grêmio, mas por quê inventar um meio campo que nunca jogou junto? E por quê colocar jogadores sem ritmo há mais de mês para jogar? Coisas que não consigo entender...
-------------------------------------------------------------------------------------------------

Yeda realmente vai se candidatar!!!
-------------------------------------------------------------------------------------------------

Entrem no jogo da mini fazenda do orkut, quem tiver, é divertido!!
-------------------------------------------------------------------------------------------------

A tragédia das chuvas no Rio de Janeiro: pouco adianta saber quem são os culpados agora, só nos resta lamentar as vidas perdidas e prestar toda solidariedade possível, principalmente espiritual, somente este tipo de conforto pode amenizar um pouco a dor das pessoas que perderam seus familiares na tragédia. Que Deus ilumine suas vidas!!!

terça-feira, 6 de abril de 2010

Até Quando?

No Rio de Janeiro há dois dias atrás houve um quebra-quebra em uma escola pública, decorrente de uma briga de alunos onde, posteriormente, a diretora acabou discutindo com outro aluno que teve sua mãe chamada na escola, a mãe foi até a escola com mais alguns "amigos" e depredaram a mesma e, de quebra(sem trocadilho) agrediram a diretora.
Numa manifestação, que até agora eu não entendi, uma teórica da educação disse que mais uma missão da escola é o ensino da convivência.
Convivência com o que? Com a violência? Até quando teremos que aguentar este tipo de coisa?
Eu entendo que os alunos são vítimas, que nasceram já à margem da sociedade, famílias sem estrutura e etc. Mas o que faremos então? Teremos que, simplesmente, justificar estas agressões, sem tomarmos nenhuma atitude?
As escolas tentam tomar algumas atitudes para diminuir esta disparidade social, mas não encontram respaldo em nenhum canto da sociedade. Os governantes não ajudam, os pais, pelo que se tem visto, não respeitam mais e, pior, passam este pensamento para seus filhos. Não entendo... o que pode ser mais importante que a educação para garantir um futuro para a criança?
Não quero que os alunos sejam múmias e não possam contestar atitudes autoritárias ou erradas dos professores, mas respeito sempre foi um imposição para se ter bons relacionamentos. Não respeitamos mais a figura do professor. É um qualquer. Não temos mais no professor a figura daquele que tem algo a dar para contribuir muito com o meu futuro. O professor virou um qualquer, mas esquecemos que , se somos alguma coisa, devemos ao professor e aos nosso pais que nos educaram. Nossos pais nos educaram e professores nos ensinaram. Onde foi que isso mudou?
Sem respeito não iremos muito mais adiante.